FERRYS & TRANSPORTE PARA AS ILHAS
Atravessando a Baía de Galway: Aran Ferries e Como Circular
Como diferem as rotas de ferry entre Rossaveel e Doolin, como se sente a travessia do Atlântico, e se vale mais explorar de bicicleta, charrete de pónei ou miniautocarro depois de desembarcar.
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Existem duas formas principais de chegar às Ilhas Aran por mar, e não servem as ilhas de igual modo. Rossaveel, na costa de Galway, é a rota durante todo o ano para as três ilhas e a que a maioria dos passeios de um dia a partir da cidade de Galway utiliza. Doolin, no Condado de Clare, perto dos Penhascos de Moher, faz uma travessia mais curta e sazonal, focada sobretudo em Inis Oírr, a ilha mais próxima da costa de Clare. Qual rota faz sentido para si depende menos de preferência pessoal e mais do lado da Baía de Galway de onde parte nesse dia.
Rotas de ferry para as Ilhas Aran num relance
| Rota | Ilhas servidas | Tempo de travessia aproximado | Temporada |
|---|---|---|---|
| Rossaveel → Inis Mór | Inis Mór | Cerca de 40 minutos | Durante todo o ano |
| Rossaveel → Inis Meáin / Inis Oírr | Inis Meáin, Inis Oírr | Cerca de 70 minutos | Durante todo o ano, menos partidas |
| Doolin → Inis Oírr | Inis Oírr (principalmente) | Cerca de 15–20 minutos | Sazonal, aproximadamente de fev./mar. a nov. |
Chegar ao cais antes mesmo de zarpar
Rossaveel fica a cerca de quarenta minutos de carro da cidade de Galway, e a maioria das reservas de excursões de um dia inclui um autocarro de ligação a partir do centro da cidade, para não ter de tratar dessa parte da viagem por conta própria — vale a pena confirmar antes de reservar se viajar sem carro. Do lado de Clare, o pequeno cais de Doolin fica a uma curta distância de carro dos Penhascos de Moher ao longo da estrada costeira, o que facilita combinar a visita aos penhascos com a travessia para a ilha, antes ou depois da navegação, consoante o horário do dia.
Como é a sensação de atravessar
Esta é água aberta do Atlântico, não uma travessia em porto abrigado, por isso conte com alguma ondulação mesmo num dia de aparência calma e com um balanço bem notório sempre que o vento aumenta para lá do promontório. Quem tem tendência para enjoos deve tomar precauções antes de embarcar, em vez de só as procurar quando o barco já está em movimento. As embarcações têm cabine fechada e também espaço aberto no convés para respirar ar mais fresco, e numa travessia limpa verá as colinas de Connemara a recuar atrás de si e, em algumas rotas, os Penhascos de Moher a erguerem-se da água — uma perspetiva genuinamente diferente da vista do topo do penhasco.
Alugar uma bicicleta no cais
Em Inis Mór, em particular, alugar uma bicicleta mesmo junto ao porto, no instante em que sai do ferry, é a forma mais comum de a maioria dos visitantes se deslocar, e os pontos de aluguer estão montados no cais precisamente para esse efeito. As estradas são estreitas e maioritariamente planas até à aproximação a Dún Aonghasa, onde há uma subida constante e notória em direção ao centro de visitantes. Uma bicicleta dá-lhe total controlo sobre o seu próprio ritmo e permite-lhe desviar-se para locais mais tranquilos, como as Sete Igrejas ou o Buraco do Verme, sem depender do horário fixo de mais ninguém para o dia.
Armadilhas de pónei e miniautocarros para pedalar menos
Se andar de bicicleta não é para si, os tradicionais passeios de charrete puxada a pónei, com um condutor que vai narrando os pontos de interesse pelo caminho, estão disponíveis mesmo no cais, a um ritmo mais calmo do que a bicicleta, embora cubram consideravelmente menos terreno ao longo do dia. As visitas em miniautocarro ocupam o lugar intermédio — percorrem as principais paragens, incluindo Dún Aonghasa, e esperam enquanto explora cada uma delas, o que é ideal para quem tem pouco tempo, viaja com crianças pequenas ou simplesmente não está com disposição para uma longa caminhada desde o parque de bicicletas ou a paragem da charrete até ao forte.
Ao planejar o seu retorno de barco, leve em consideração o horário.
Os ferries funcionam com um horário limitado e não de forma contínua ao longo do dia, pelo que o ritmo da ilha é rigorosamente ditado pelo calendário dos barcos, e não o contrário. É fácil perder a noção do tempo enquanto explora e perder a última travessia de regresso ao continente, o que normalmente significa uma noite inesperada por ali, sem forma fácil de sair da ilha até de manhã. Os passeios organizados de um dia incluem uma janela fixa em terra no itinerário precisamente para evitar isto — ainda assim, vale a pena confirmar duas vezes a sua hora de regresso antes de partir do porto a pé ou de bicicleta.
Ainda está a escolher uma ilha, ou se deve incluir os Cliffs of Moher?
Deixe o seu email e, aproximadamente, quando pretende viajar — enviaremos um resumo breve sobre como Inis Mór, Inis Meáin e Inis Oírr se comparam, quais os ferries que partem de Galway e Doolin, e quando vale a pena o suplemento do cruzeiro pelos Cliffs of Moher.